
Hello Hello Baby!
É difícil entender como o mercado da música pop funciona, mas com certeza se existe alguém capaz de controlá-lo atualmente é a Lady GaGa.
Nascida há 23 anos, Stefanie Joanna Angelina Germanotta se tornou ícone logo que seu primeiro cd foi lançado. Afinal quem era aquela mulher? Escondida atrás de cabelos e roupas que parecem desenvolvidos a custa de muitas drogas ilícitas Lady GaGa se tornou uma figura que ame ou não, você não consegue escapar.
Primeiro ela veio de levinho. Um contrato com o selo do rapper Akon, ótimos produtores como o marroquino RedOne, um álbum repleto de músicas regadas a álcool, música, dinheiro e pegações safadas como ela adora. É claro, o talento inegável de letrista de Lady GaGa tornou toda essa trama muito mais interessante, afinal como ninguém tinha pensado numa letra sobre uma menina completamente bêbada numa balada, que perdendo suas chaves, celular, namorado e até a dignidade, aceita que mesmo com a sua blusa ao contrário basta dançar que tudo ficará bem.
GaGa já tocava piano desde seus 4 anos, autodidata e mesmo estudando em um colégio de patricinhas (As irmãs Hilton estudaram com ela…) já dava seus esboços de autenticidade ao entregar-se a shows que fazia nos subúrbios de Nova York. Ela conseguiu bolsa em um dos conservatórios mais concorridos do mundo, e ao contrário da maioria das rainhas atuais do pop, mostrou que realmente conseguia tocar e cantar de verdade.
Just Dance foi apenas o início. Com mais verba, mais atenção mundial e seu posto de ícone se firmando, GaGa desembolsou 149 mil dólares para produzir o clipe de Poker Face.
Poder e dinheiro andam juntos, e GaGa tendo o mundo observando cada uma de suas produções lhe garantiu uma megalomania inédita para produzir visuais (atualmente quase todos criados por grandes estilistas) e videoclipes que resgatam os grandes clipes do fim dos anos 80/ anos 90, em que a indústria da música gerava cada vez mais lucro, e dava liberdade o suficiente para quase qualquer sorte de megalomania rockstar.

Chifres de 2 metros? Check yes.
Clipes como Thriller e Remember The Time de Michael Jackson, Die Another Day de Madonna, Windowlicker do Aphex Twin, All Is Full Of Love e Human Behaviour da Björk são exemplos de clipes que acabam virando pequenas obras de arte cinematográficas. Curtas Metragens milionários com diretores consagrados e histórias geralmente nonsense, já que afinal ser um rockstar lhe concede a liberdade criativa que só milhões de dólares podem lhe proporcionar.
Com o mp3 e todos os milhões de guerras criadas diariamente pela indústria musical contra a distribuição pirata de
músicas e a grande queda nos lucros, tudo o que é bom dura pouco. Os clipes se tornaram mais simples, tirando exceções de grandes idéias feitas com um baixíssimo orçamento, mas que por sua genialidade incrível conseguiram conquistar o hall dos clipes memoráveis, como o da banda OK GO (mais)
Mas com o poder midiático conquistado por Lady GaGa, seu sucesso comercial se tornou ainda mais inevitável. Just Dance, LoveGame, Poker Face, Paparazzi, Bad Romance e agora seu novo single com a participação de Beyoncé, Telephone, lhe garantiram a conquista de único álbum de estréia com TODOS OS SINGLES NÚMERO UM. E bom ninguém nunca emplacou 6 hits seguidos.
Ok mas isso provavelmente não te faz gostar mais dela… Mas a verdade é que com o dinheiro Lady GaGa teve a opção de criar clipes tão megalomaníacos quanto sua carreira.
Paparazzi, o primeiro de seus curtas com o diretor sueco Jonas Åkerlund, fala em um mix pop de influências que vão de Alfred Hitchcock (Vertigo) a Mickey Mouse, sobre celebridades e o culto à fama, em um vídeo recheado de morte para destacar a condição poética e cinematográfica que GaGa queria imprimir à sua obra.
Já o clipe de Bad Romance, inaugurou o álbum The Fame Monster, uma nova versão de The Fame com oito faixas inéditas. Dirigido por Francis Lawrence, o clipe conta a história do sequestro de GaGa por modelos (?) que a vendem para a Máfia Russa (e depois sou eu que jogo muito máfia wars…) Já em território russo ela é obrigada a beber vodka de uma taça para depois dançar para os mafiosos que estão em um leilão por ela (não parece tão dramático no clipe vai?). E bom ela vai lá, faz sua dancinha, fatura uma puta grana e bom depois incendeia o moçoilo né? afinal… já viu Lady GaGa se vender assim? E para os que (sempre) duvidam de sua cultura musical, boas influências e tudo o mais, na primeira cena a música tocada no celular da rapariga é nada menos do que uma parte da sinfonia Well-Tempered Clavier de Johann Sebastian Bach)
Mas eis que hoje ela finalmente lançou seu novo clipe, Telephone. GaGa conseguiu aqui, na minha opinião, fazer o que faz de melhor: causar horrores e na mesma cajadada dar a sua resposta a todos os rumores e as principais coisas que falam dela. Só que o que a torna diferente de todos é que ninguém responde como ela.
Um clipe com esse nome falando claramente sobre uma menina em uma balada, em todas as suas mil formas de pop, seria representado hmmm bem…. com uma menina na balada com seu telefone certo? Bom… Britney, Pussycat Dolls, Mariah Carey, jesus até os Backstreet Boys o fariam assim. Madonna? apesar de seus requintes e a confortável posição de Rainha do Pop inventariam uma maneira caríssima e phyna para representar isso, mas a idéia seguiria a mesma.
Mas é da Lady GaGa que estamos falando. E apesar de ter falhado ridiculamente em sua participação no clipe com a Beyoncé, ela mostra que em seu reino de esquisitice ela reina absoluta.
Com direito a Pussy Wagon (Kill Bill 1, e aposto que o Tarantino emprestou com honrarias), ecos de produções tarantinescas do começo ao fim, e bom muitas cenas só de calcinha e sutiã (ela realmente quis deixar BEM CLARO DESSA VEZ QUE NÃO TEM NADA QUE NÃO DEVERIA TER), Lady GaGa definitivamente não está bonita nesse clipe.
Ok em algumas cenas talvez, mas Bad Romance foi o clipe escolhido para mostrar um corpão sarado e pagar de gatinha. Em Telephone, a cantora resolveu se entregar, como na maioria das vezes, aos seus conceitos de arte e música, como atrizes belíssimas já encarnaram mulheres medonhas em troca de alguns milhões, provavelmente um Oscar e muita maquiagem. Lady GaGa não é a mais bela. E nem faz questão de ser. Sua missão, além de produzir um pop puro de influências que deram errado sozinhas como o trashpop europeu e o ítalo-pop dos anos 80, GaGa faz questão de entregar conceitos que não são digeridos à primeira vista. Mas que nos levam a um estado de hipnose que sempre nos faz perguntar: qual é a dessa mulher? Tire suas conclusões aqui.
E fenômenos a parte, vocês viram a Mini Lady GaGa? hahaha um must.
You Know You Love Me,
xoxo
Chloe
Uma noite escura, personagens sinistros, listras e uma infusão de cores berrantes. Em um mundo Hollywoodiano, no qual deixar sua marca pessoal é um desafio para poucos, o diretor e multi-artista Timothy William Burton reina com sua estética inconfundível e histórias que, entre os mistérios da vida e da morte, tentam desmistificar a necessidade humana por amor.
Nascido em Burbank, Califórnia, em 1958 e com uma verdadeira paixão por filmes de terror e ficção científica, Tim Burton desenhava desde pequeno e fazia filmes com sua câmera Super-8. Mas foi ao ingressar no Instituto de Artes da Califórnia que o artista ganhou a oportunidade de sua vida após os estúdios Disney ver seus desenhos e contratá-lo. Sem a existência de um cargo para Tim, ele foi contratado com a premissa de que se não o fizessem outro o faria, graças ao seu talento nato.

O Novo Andy Warhol?
Nos estúdios Disney, Burton teve a oportunidade de fazer seus dois primeiros curtas-metragens em stop motion, Vincent (1982) e Frankenweenie (1984), que já possuíam os traços característicos de Tim, como a influência gótica, a temática da morte, a variação de cenários com um toque surrealista e, acima de tudo, a atmosfera dos antigos filmes de horror hollywoodianos. Apesar de lançados em uma pequena tiragem, e definitivamente não seguirem o padrão da marca, eles foram essenciais para mostrar o talento de Burton como diretor e lhe render seu primeiro longa-metragem, A Grande Aventura de Pee Wee (1985).
Com o sucesso comercial de Pee Wee, Burton teve a opção de escolher entre vários títulos a sua próxima obra, a comédia de humor negro Beetlejuice (1988). Com monstros assustadoramente cômicos, a mistura entre atores e cenas em stop motion e uma sátira social venenosa, mostram que a morte não necessariamente é tão sinistra quanto deveria ser. E quando se trata de Tim Burton, o mundo dos mortos se torna, paradoxalmente, uma verdadeira celebração da vida: incrivelmente colorido, divertido e surreal, num contraste com a sobriedade de cores e sentimentos encontrada no mundo dos vivos.
A capacidade de transportar o público para histórias com uma realidade própria através da construção de cenários e personagens únicos, pode ser vista claramente em Edward Mãos de Tesoura (1990). A gama de personagens outsiders em toda a obra de Burton é grande, mas nenhum se compara a Edward, um indivíduo que mora sozinho em uma mansão vitoriana abandonada, em meio a um bairro inteiro de pessoas iguais e casas de tons pastéis. Criado com tesouras no lugar das mãos, e eventualmente adotado por uma vendedora que queria lhe fazer pertencer a esse mundo que não o aceitava, Edward convive com o fardo de machucar tudo o que toca. Com o uso de cores para delimitar o mundo real do mundo estranho de Edward, Tim Burton mostrou ao mundo seu brilhantismo como contador de histórias através de personagens com um profundo lirismo poético e falta de capacidade em lidar com esse mundo estranho que sempre existiu a sua volta, mas que nunca fez sentido para alguém que simplesmente não pertence a ele.
É através de toda a multimídia que envolve o processo de criação de seus filmes que se torna possível ver a dedicação de Burton a sua arte. Ele não só dirige filmes, como cria roteiros originais, assim como todo o conceito envolvido em suas obras. Ele desenha como gostaria que os cenários e os personagens fossem, isso quando não cria maquetes e bonecos de argila para passar todo o seu conceito artístico para sua equipe. Isso fez com que comparações entre Tim Burton e Andy Warhol surgissem com força: ambos criaram uma linguagem própria utilizando multimídias, transitando entre o erudito e o popular, mas ainda assim atingindo as massas com uma facilidade rara e uma produção exuberante.
Porém são nas obras que os artistas também se distanciam: enquanto Warhol desconstruía o popular através de intervenções em suas figuras de massa, Burton conta suas histórias a partir das ruínas do pop. Sua obra tenta reorganizar o mundo caótico em uma desordem com toques do imaginário surrealista e do expressionismo, para tornar o mundo de suas personagens solitárias e melancólicas um espaço em aberto para que o espectador dê sentido a toda a experiência visual que lhes é proporcionada.
Foi dentro de toda essa experiência visual que Tim Burton leva ao público que o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) trouxe com a exposição que está atualmente em cartaz sobre sua vida e obra. Com centenas de desenhos, pinturas, fotografias, maquetes e esculturas feitas pelo artista, não é difícil notar que ele é um artista completo e que sua obra vai muito além de seus mais de 20 filmes.
Com uma estética dark gótica que se tornou sua assinatura até em filmes comerciais, como no remake de A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005) e seus dois filmes da série Batman (1989) e Batman Returns (1992), Tim Burton tem a capacidade de criar personagens marcantes e mundos imaginários que tornam o grotesco e o apavorante, artigos de diversão e alegria até na morte. É a celebração eterna de alguém que acredita que só quando partimos desta para uma melhor nos encontramos como indivíduos para viver a alegria que é o pós-túmulo, longe de uma sociedade que nos julga de tal maneira que tenta impedir que nossa individualidade floresça.
Peço milhões de desculpas pelos anos sem postar… e com o fim desse semestre maluco essa semana aguardem novos posts e até um novo blog! 2010 nem começou e as novidades já estão por aí!
You know you love me
xoxo
Chloe
Porque será simplesmente impossível não curtir pelo menos um dos shows que vão dar as caras por aqui nesse semestre!
Então vou tentar fazer aquela breve lista das atrações mais estailes:
Setembro:
3 e 4 – Blue Man Group no Citibank Hall e no SESC Pinheiros rola o Gainsbourg Imperial com shows da Orquestra Imperial, Jane Birkin (a eterna musa de Serge), Caetano Veloso & Jean-Claude Vannier
10 – Donavon Frankenreiter se apresenta no Via Funchal
11 – Beirut. meu grande amor do momento hahaha também se apresenta no Via Funchal, com os ingressos mais baratos saindo por 60 (30 reais a meia)
16 – Lily Allen no Via Funchal
17 – Sebastien Tellier, o multiinstrumentista francês se apresenta no SESC Pompéia e no Circo Voador no Rio (19/9). Dono de uma das músicas mais absolutamente maravilhosas que eu já ouvi, ele vem na comemoração do ano da França no Brasil. Para não dizer que eu não avisei ouça aqui a trés magnifique La Ritournelle.
20 – Zombie Zombie & François Virot no Centro Cultural da Juventude (também em comemoração ao ano da França)
24 – Invasão Sueca: Those Dancing Days; Loney, Dear & Britta Persson no SESC Pompéia
Novembro:
Agora sim o problema começa.
7 – Como já aconteceu no ano passado, parece que o Planeta Terra é o rei de dividir datas com outras atrações, e esse ano ele vai coincidir com o Maquinaria Festival que já confirmou o Faith No More e Jane’s Addiction (com rumores de Deftones e mais…) vai acontecer na Chácara do Jockey, com preços de pista custando R$200.
Já o Planeta Terra, esse ano será no Playcenter (uma escolha bem interessante para um festival, eu gostei!) e já confirmou Green Day e Ting Tings, mas ainda existem rumores sobre Prodigy & Yeah Yeah Yeahs… e bom ainda tem muita banda para aparecer nesse festival… veremos no fim das contas qual valerá mais a pena… mas aposto minhas fichinhas no Terra

Euapostoumbeijoquevocêmequer!
Agora falando em shows… o VMB 2009 terá ninguém mais ninguém menos que a banda que eu menos amo nessa vida… FRANZ FERDINAND! hahaha isso COM CERTEZA vai servir pra todos esquecermos o fiasco do Bloc Party ano passado… e ainda teremos o show do Tremendão Erasmo Carlos e ahn. a parte boa provavelmente acaba por ai num ano que Pitty tem cd novo e ainda temos CINE pra atormentar nossas mentes com Garota Radical. Ai o “rock nacional”… Mas todas as categorias da premiação já estão abertas para o voto popular, então quem sabe você não vota em categorias que são boas (ainda) como melhor filme musical, artista internacional, rock alternativo… Qualquer coisa que a Pitty e NXZero não estejam concorrendo clicando aqui.
Agora a quantidade de cds saindo do forno ainda esse ano é impressionante: Echo & The Bunnyman, Weezer, Backstreet Boys (?!?!? pois é…), The Horrors, Muse, Arctic Monkeys (que já pode ser considerado LANÇADO já que vazou inteiro… mas no próximo post eu faço o review oficial), Paramore, Mika e o projeto solo de Paul Banks (Interpol) sob o pseudônimo de Julian Plenti. Tá bom ou quer mais?
O clipe do primeiro single do álbum do Paul, Julian Plenti is… Skycraper já caiu na rede e tem a participação (um tanto inesperada) da vocalista da banda Metric, Emily Haines.
O Coldplay também lançou clipe novo, do single Strawberry Swing, e como os clipes deles costumam ser interessantes (não vou falar fofos pq homens odeiam isso) haha vale a pena checar tb
A Shakira retornou às paradas com o single de seu novo álbum, She Wolf, que teve uma mega divulgação, usando twitter e com direito até a teaser do clipe. Será que vale mesmo tanto a pena? Mas que a música é pop do bom, disso não tenha dúvidas!
E não é que mesmo tanto tempo depois da sua morte, Heath Ledger ainda consegue causar? Essa semana foi finalmente divulgado o clipe que ele dirigiu (mas não pode finalizar) da música King Rat dos seus amigos do Modest Mouse. O clipe é uma animação sobre a caça de baleias, e todo o lucro do download será revertido para ONG’s que cuidam das baleinhinhas tadinhas…. o clipe é ótimo e a música não fica por menos.
E quem está de volta é o meu divo gay (ok ele não assume mas quem queremos enganar? a voz dele é tão fina quanto a miiiinhaaa alooou!) com o primeiro single do novo cd, We Are Golden.
(continuo amanhã.)
You Know You Love Me
xoxo
Chloe
AHHHHHH não me falem da vergonha de ter o primeiro post de 2009 começando no MEIO de julho mas daqui pra frente vão rolar coisas interessantes vindo de quem vós fala, e eu garanto a diversão é total!
Bom em um ano em que eu vi o melhor show da minha vida (Radiohead, vejam essa história mais pra baixo) e que eu ando ouvindo mais músicas do que nunca vou dizer que está difícil. Não sei se sou eu que ando chata demais, mas anda difícil de verdade achar aquele diamante no meio de taaaanta coisa hmm igual? E é exatamente por isso que eu posto aqui alguns álbuns que valem a pena nesse 2009 (por que se você ainda não ouviu, não perca mais tempo!)

c'mon let's get high!

Oh when you turn to me, i'm on quicksand!

I'll show you a real good time

Off with their heads!

Eu sou feio, mas eu tô na moda (e podendo muito!)
Por quê é um must have? Radiohead é na minha opinião, a melhor e mais criativa banda da atualidade. Eles misturam de tudo para fazer suas músicas, as letras são absolutamente fantásticas e desde que eu consegui (e lhes garanto que demorou e não foi fácil!) o áudio do show eu não só ouvi ele praticamente até decorar todos os efeitos usado ao vivo, como eu acho que é impressionante o que a banda consegue fazer ao vivo. É uma mistura de efeitos, guitarra com arco de violino, radio Band FM, 30 mil pessoas cantando Paranoid Android com o Thom Yorke acompanhando no violão e fazendo a segunda voz. Absolutamente Impressionante e o melhor show que eu já fui na vida. Caso você não queira o show inteiro, escute: 15 Step (minha música preferida deles), There There, The National Anthem (maravilhoso, com um som de rádio em português no meio da música!), Pyramid Song, Paranoid Android, Karma Police, The Gloaming, Talk Show Host, Idioteque, Jigsaw Falling Into Place & Creep

Arrasando na pop art com o beijo da Britney

Amor de pelúcia
Pq? ah não é só pq eu fiquei milênios sem postar não não não!
é que esse post está recheado de notícias EXCELENTES!
então vamos ao que vale a pena!
RADIOHEAD CONFIRMOU OS SHOWS NO BRASIL!!!!

sim sim meus queridos, FINALMENTE essa notícia deixa de ser lenda e virou realidade!
Com shows confirmados no Rio de Janeiro (dia 20 de março/09) e em São Paulo (22 de março/09), a banda que eu particularmente considero a mais genial e inovadora da atualidade vai vir dar sua benção aqui com a turnê do álbum In Rainbows (obra-prima diga-se de passagem)
A belezinha da confirmação já pode ser vista no site oficial da turnê e os ingressos começam a ser vendidos dia 5 de dezembro pelo site ingresso.com e ao vivo (se quiser me encontrar em mais uma fila… hahaha) no estádio do Pacaembú. De acordo com a Folha de S. Paulo o preço dos ingressos será R$200,00 e teremos meia-entrada, agora só quero ver se não teremos os eternos problemas com essa venda….
No Doubt está de volta!
Após sete anos sem nenhum material novo, com a turnê dos dois álbuns solo de Gwen Stefani, No Doubt is bringing sexy back! Com a turnê se iniciando em maio de 2009 no Bamboozle Festival em Nova York, eles também vão lançar seu novo cd ano que vem, e se deus quiser ainda dão uma passadinha por aqui!
O Circo de Britney
Com lançamento previsto para o dia 2 de dezembro (mesmo dia em que Britbrit completa 27 anos), mas com todo o seu conteúdo já vazado na internet, parece que ela voltou mesmo! E com direito a capa da Rolling Stone americana pra comprovar isso!
E pra mostrar que ela veio pra arraZar com Z maiúsculo, ela já postou um trecho de seu próximo clipe, Circus no youtube… ah olha sem querer falar nada, mas já falando é arraZo e pronto!
Muse com novo álbum em 2010!
E meu amorzinho Matthew Bellamy está compondo uma sinfonia pro álbum! hahaha vai dizer nada mal hein? Ela será dividida em 3 partes, e de acordo com a mtv, ele já vem trabalho nesse projeto há anos. Conhecendo esse gênio não duvido nada que vai se tornar uma masterpiece
é só esperar!
E amanhã tem a mini-virada cultural da livraria cultura no conjunto nacional! com discotecagem do Rafa Toledo (Lovemaltine) à partir das 19! che-che-check it out!
Notícias da fila do radiohead, o melhor dos lançamentos do ano, SHOW DA MADONNA, e mais em breve!
You know you love me!
xoxo
Chloe! (agora de cabelo curto curto!)
Boas musicas para qualquer dia
Preferi deixar o tempo passar um pouco, rever as fotos, assistir os videos, as entrevistas, ler resenhas, relembrar e digerir. Tudo isso pra entender o que aconteceu na semana passada no TIM Festival - pelo menos o que eu vi.
Começando pela quinta, com as “Novas Raves”, pontualmente às 21:30. O clima não era o de festa. Uma chuva forte, em um dia de semana, cheio de transito, com o cancelamento de um dos shows da noite, e o cansaço deve ter afetado os paulistanos. O Neon Neon fez show competente, divertido em alguns momentos, mas que não chegou a empolgar nem ao público, nem a mim mesmo. Mesmo com as boas batidas, o show embalou mesmo no fim, quando a voz misteriosa que aparecia a cada intervalo de música deu as caras: Har Mar Superstar aparece saltitando. Um unicórneo com uma pancinha de fora, camiseta babylook e mangas cobertas de lantejoulas douradas. Serviu bem para abrir o apetite e para deixar todos animados.
Com uma pontualidade inacreditavel sobe ao palco o Klaxons. Desviando das goteiras, se colocam nos seus lugares e com uma breve apresentação começam o show com Bouncer, do EP Xan Valley de 2006. Um soco no estômago – e vários pisadas no pé. A banda já entrou em campo com o jogo ganho – como eles mesmo disseram, eram “os reis da noite”. Então a partir dai, foi mole. Todos os “clássicos” estavam lá, e a plateia tambem. No fim acabaram fazendo um show bom, mas que não explorava todo o potencial da banda. Musicas como Atlantis to Interzone, It’s Not Over Yet, Magik, As Above, So Below funcionam bem ao vivo, mas funcionariam melhor em 2007… Talvez tenha sido pelo pouco público – menos de metade da arena -, pelas goteiras no palco, nervosismo, ou qualquer outra coisa do tipo; não importa. Foi bom, mas nao foi inesquecivel nem memoravel. A cereja do bolo foi a reaparição do MC Har Mar Superstar no fechamento do show, dançando hipnóticamente e encochando sem camisa o quarteto de Londres enquanto tentavam finalizar o show com Four Horsemen Of 2012. Agora sim inesquecivel e memorável.
No sábado mudou tudo. Pra começar o espírito era outro. Todos bem a vontade, grande parte deles caracterizados para o que estava por vir - ai sim o clima era de festa. A arena estava quase lotada para os shows do The National e MGMT e todo seu Hype. Começa com o Cérebro Eletrônico, fazendo um bom show pra aquecer as poucas pessoas que estavam do lado de dentro e de fora da tenda montada no Ibirapuera. Sai a música eletrônica e entra o The National. Um clima soturno começa a se criar dentro da arena com o som da banda que é um mix de Arcade Fire, Interpol e Broken Social Scene. O coletivo de 8 musicos fez um show absurdamente competente cheio de energia e entrega. Mesmo sem nenhum de seus quatro albuns terem sido no Brasil a banda demonstrou tranquilidade entusiasmo e muita simpatia. Hits como Start A War, Brainy, Slow Show, Mr. November, e About Today, que finalizou o show, fez a platéia dançar, admirar e observar com espanto o desempenho da banda. O tipo de show que me deixa triste por nao ter conhecido antes uma joia dessas.
Com o fim do show do The National, muita gente sai do gargarejo dando lugar aos fanáticos pelo MGMT. Mais uma vez uma banda iria encarar a arena quase vazia?
Entra o tecladista Ben Goldwasser para fazer a trilha sonora do julgamento e do enforcamento de ursinhos de pelúcia feitos pelo vocalista Andrew Vanwyngarden e o restante da banda. Feito o teatrinho, começa o show de verdade com 4th Dimensional Transition, seguida por Pieces Of What. O rock é presnete, o som é ensurdecedor e o clima é de anos 70. Nada de bases eletrônicas. O negócio aqui é o progressivo do Pink Floyd e do Emerson, Lake & Palmer. Mas a coisa só embala mesmo quando começa Of Moons, Birds and Monsters. Ai é mamata: Weekend Wars – “the next song is about the beach” avisa o vocalista-, The Youth e Electric Feel. Pronto, jogo ganho. Mas a banda tropeça com a inclusão de Metanoioa, musica nova da banda que fez o show esfriar. Uma musica que ninguem conhecia, baseada em diversos improvisos chegando ao total de 15 minutos. Mas quando o desânimo já começava a bater vem Time To Pretend e rende as quase 3.000 pessoas que estavam na arena. Para finalizar a banda larga os instrumentos e o Rock ‘n Roll para a chegada de Kids, o golpe final. E toda a arena vem abaixo. Já não tinha mais como não se entregar à brincadeira.
Os créditos das fotos são do próprio.
AHHHHHHHHHHHHH!!! C-O-L-E-G-A-S! O título desse post infelizmente não significa um show secreto do Franz Ferdinand por aqui… mas sim O NOME DO NOVO ÁLBUM!!!! YEAHHHHHHHHHH!!!
Alex meu amooor! Se vem pra cá em 2009 então? aiaiai não faz assim que eu gamoooooooouuu!!!
Sim sim o Franz confirmou pra NME que o álbum terá 12 faixas, e será lançado dia 26 de janeiro.
E pra melhorar meu dia eles já confirmaram até o tracklist!
“Ulysses“
“Turn It On“
“Kiss Me”
“Twilight Omens”
“Send Him Away“
“Live Alone”
“Bite Hard“
“What She Came For“
“Can’t Stop Feeling“
“Lucid Dreams“
“Dream Again”
“Katherine Kiss Me“
E cara… Lucid Dreams e Can’t Stop Feeling já são minhas favoritas há tempos… aliás… CSF não é novidade… foi lançada na net em 2006, agora é ver como ela vai ficar com a roupagem nova
Can’t Wait! Agora eu vou dizer… de tudo que eu ouvi nesses links… cara esse cd é mais um Franz Ferdinand. E isso não poderia ser melhor! Porque os cds do Franz não são comparáveis entre si, todos tem sua genialidade que mostra porque eles são uma das melhores bandas do rock atual.
E a BritBrit também não resiste a uma popularidade nova de cd não é mesmo? Seu novo trabalho, Circus, ao que parece será lançado dia 2 de dezembro, e ela pretende começar a nova turnê esse ano mesmo. Será que depois que Kylie e Madonna FINALMENTE as top divas todas vão tocar por aqui? aiaiaiaiai! hahaha mas enquanto isso não acontece aqui vocês assistem o primeiro single do cd, Womanizer:
Quanto aos nossos festivais de verão aí vão os updates:
Como o The Gossip cancelou sua participação na edição de ’08 do Tim Festival os fãs agora estão tendo a chance de ganhar um ingresso-bônus ao apresentar o ingresso com o nome do Gossip escrito, e pelo jeito você pode ganhar ingresso pra QUALQUER dia, até pro Kanye West! (isso pq o ingresso dele tava 100 reais mais caro! olha só que beleza!)
E quanto ao Planeta Terra os horários de shows já foram divulgados! E você confere eles aqui:
PALCO PRINCIPAL
01:30 – 02:45 - Kaiser Chiefs
23:45 – 01:00 - Bloc Party
22:00 – 23:15 – Offspring
20:30 – 21:30 – Jesus and Mary Chain
19:00 – 20:00 – Vanguart
17:30 – 18:30 - Mallu Magalhães
PALCO INDIE
00:00 – 01:30 - Breeders
22:30 – 23:30 - Spoon
21:00 – 22:00 - Foals
19:30 – 20:30 - Animal Collective
18:00 – 19:00 – Curumin
16:30 – 17:30 - Brothers of Brasil
DJ STAGE
01:00 – 03:00 – Felix da Housecat
23:30 – 01:00 – Calvin Harris (dj set)
22:00 – 23:30 – Milo (dj set)
20:30 – 22:00 – Mau Mau
por enquanto é isso darlings!
You Know You Love Me!
xoxo
Chloe